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Por que é tão difícil mudar e sair do sedentarismo?

O divisor de águas entre o fim de um ano e o começo de outro são as nossas promessas, não é? Prometemos entrar em um novo curso, conseguir aquela promoção no emprego, especialmente entrar na academia, engajar uma atividade física e, quem sabe, emagrecer uns quilinhos… Mas por que, à medida que o ano passa, vai ficando cada vez mais difícil? Porque não é o ano que muda nossa vida, somos nós – e nós somos feitos de hábitos, muitas vezes maus hábitos.

Abandonar péssimos costumes, como o sedentarismo por exemplo, não é fácil e a ciência explica porque vai muito além da força de vontade. Existe um fator de peso testando nossa persistência sempre que tentamos mudar: o cérebro. A primeira explicação é que nosso cérebro trabalha para que a gente se sinta melhor cultivando os velhos hábitos de sempre, por uma questão de sobrevivência. Autosabotagem? Na verdade evolução. Nosso corpo aprendeu a estocar o máximo de energia – açúcar e gordura, por exemplo, são fontes ricas de energia – e usá-la o mínimo possível, afinal, o importante é sobreviver.

A segunda explicação é que substâncias que são fontes de energia, são também fontes de prazer. Quando um chocolate (açúcar) dissolve na nossa boca, o cérebro libera dopamina – o neurotrasmissor ligado ao prazer e à recompensa. Então se chocolate estimula a produção de dopamina e dopamina é prazer, ficamos viciados e dependentes. Quantas vezes comemos um chocolatinho depois de um dia difícil pra nos recompensar?

Essa realidade é ainda pior no cérebro do indivíduo obeso, que tem uma maior ativação cerebral quando vê esses alimentos e uma menor descarga de dopamina ao ingeri-los. Isso faz com que ele não se sacie com pequenas quantidades.

Mas então como sair deste ciclo vicioso? Então, sempre que você repete ações seguidas vezes, uma hora passa a agir no piloto automático, fazendo o mínimo de esforço cerebral – isso é hábito. É daí que não parece boa ideia acordar cedo e ir para a academia porque exige muito esforço no início. O segredo está em insistir porque o cérebro passa a gostar e a liberar endorfina – o hormônio do bem-estar que, além de melhorar a autoestima, controla o apetite.

Assim é que se começa a mudar o ciclo de comportamento, sendo a força de vontade fundamental nesta fase. O ideal, de qualquer forma, é que se busque um apoio profissional. Procure seu endocrinologista!

Fonte: Medical Site

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